Angola na mira: Mondlane denuncia regime ditatorial e exige justiça

 


O candidato presidencial moçambicano Venâncio Mondlane criticou duramente o Governo de Angola após ser impedido de entrar no país para participar de uma conferência da UNITA sobre democracia e liberdade em África, em Benguela.

Além de Mondlane, também foram barrados o ex-presidente do Botswana, Ian Khama, o ex-presidente da Colômbia, Andrés Pastrana, e o vice-presidente do Senado do Quénia, Edwin Sifuna. Em protesto, Khama e Pastrana decidiram regressar aos seus países.

Mondlane acusou Angola de violar leis internas e acordos internacionais como SADC, CPLP e União Africana, classificando o governo como um “regime ditatorial” e pedindo que o Estado seja processado. Segundo ele, não foi apresentada justificativa oficial nem oferecido transporte de volta, como previsto na lei angolana.

Ele também lançou críticas ao presidente João Lourenço, afirmando que o líder angolano não promove o diálogo interno e, portanto, não tem condições de liderar mediações na União Africana. A UNITA repudiou o caso, enquanto o governo angolano ainda não se pronunciou oficialmente.

A conferência conta com apoio da fundação Konrad Adenauer e do World Liberty Congresso.

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